As empresas são “máquinas” de gerar valor para os sócios/accionistas, para os empregados, e, desejavelmente, para os clientes e fornecedores e sociedade onde se inserem– freguesia, conselho, distrito, país, Europa (no nosso caso).

Contudo, a simples existência das máquinas, não é suficiente para aquele objectivo de criação de valor; é necessário que sejam ligadas e mantidas em funcionamento.

Estas duas dimensões das empresas devem ser abordadas separadamente com as ferramentas adequadas para garantir melhores e eficazes decisões estratégicas.

A primeira, a máquina, deve ser definido no Modelo de Negócio; a segunda, no Plano de Negócio.

 

Modelo de Negócio

O Modelo de Negócio deverá resultar e contribuir para uma adequada análise estratégica do mesmo, tanto na perspectiva externa, como interna, e na formulação da estratégia da empresa para o futuro.

Entre outras dimensões, são definidos os segmentos de clientes e os seus perfis, as propostas de valor a entregar a esses segmentos, os canais a utilizar para o efeito e o tipo de relacionamento que a empresa pretende desenvolver com cada um daqueles. Desta definição resultam os fluxos de receitas do negócio.

Seguidamente, são identificados os recursos e actividades indispensáveis ao negócio, assim como as parcerias estratégicas que possam ser determinantes para o seu desenvolvimento.  Finalmente é definida a estrutura de custos do negócio.

A definição das propostas de valor é uma das tarefas mais exigentes na definição do Modelo de Negócio. A sua importância pode, contudo, ser determinante no maior ou menor êxito do negócio, pelo impacto na eficácia do alinhamento entre os produtos e serviços entregues pela empresa e as necessidades efectivas dos clientes.

Para a definição da proposta de valor, aconselha-se:

  1. Análise e definição tão objectiva quanto possível do perfil dos clientes-alvo, nomeadamente dos seus objectivos e tarefas, das suas dificuldades na sua prossecução e nos ganhos que podem ser considerados por estes.
  2. Definição dos produtos e serviços a entregar aos clientes para que estes possam executar as suas tarefas e prosseguir seus objectivos, dos “remédios” para atenuar ou eliminar as “dores” e dos “potenciadores de Ganhos” que podem provocar no cliente um “uau” e granjear a sua fidelização e referenciação entusiástica.

Com o Modelo de Negócio – “máquina” de gerar valor – desenhada, há então que definir os passos a seguir para a colocar em marcha de forma a realizar o seu propósito, que são reflectido no Plano de Negócio.

 

A EIROSTEC utiliza as mais variadas e apropriadas ferramentas disponíveis que complementam a experiência acumulada em projectos de definição de Modelos de Negócio.

 

Estamos ao seu dispor para enquadrar os seus projectos, identificar as melhores soluções e apoiar no seu desenvolvimento.

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